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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

A Bactéria Contra-Ataca

Não sabemos se é ou não motivo para pânico, pois também o h1n1 acabou por nos "desiludir" quanto às vítimas efectivas, quando inicialmente se previa uma catástrofe de outra ordem. mas tendo em conta o que é descrito aqui, julgo haver aqui um sério problema, pois a indústria farmacêutica leva o seu tempo a descobrir soluções e a prevenção revela-se quase impossível tendo em conta a quantidade e diversidade de bactérias capazes de desenvolver esta resistência, a que corresponderá, também, uma grande variedade de estratégias de contaminação, desde as más fáceis de apanhar até às mais difíceis.

ALERTA

'Superbactéria' assusta autoridades de saúde

por PATRÍCIA JESUSHoje

'Superbactéria' assusta autoridades de saúde

Resiste aos antibióticos mais fortes e começa a aparecer nos Estados Unidos e na Europa, em doentes operados na Índia, em zonas de turismo. Em Portugal ainda não há casos.

Uma "superbactéria" capaz de resistir aos antibióticos mais potentes está a assustar as autoridades de saúde do Reino Unido, onde já foram identificados 50 casos. EUA, Austrália e Holanda também já encontraram microorganismos com este novo mecanismo de resistência, levando os especialistas a considerar que se trata de uma ameaça "clara e assustadora" à saúde pública.

Em Portugal, a coordenadora do Programa Nacional de Controlo da Infecção, Cristina Costa, não tem registo de ter sido identificada qualquer bactéria com este mecanismo. Mas reconhece que podem existir casos, até porque ainda não há um sistema de notificação obrigatória e "porque as pessoas viajam cada vez mais" (ver texto ao lado). O próprio Centro Europeu de Controlo de Doenças está ainda a desenvolver um sistema de alertas a nível europeu para estes casos, acrescenta.

Estas "superbactérias", capazes de produzir uma enzima chamada New Delhi metallo-beta-lactamase ou NDM-1, tornam-se resistentes a praticamente todos os tipos de antibióticos, incluindo os carbapenemos. "São os de última linha, usado quando todos os outros já não eficazes", explica.

Esta enzima foi descrita pela primeira vez em 2009 e pode tornar-se numa séria ameaça na guerra contra as bactérias e consequentemente para a saúde pública, alertam os especialistas na revista médica The Lancet.

Segundo um artigo publicado na última edição, este tipo de enzima já foi isolado em bactérias nos EUA, Canadá, Austrália e Holanda. Na maior parte dos casos, em doentes que tinham sido submetidos a cirurgias plásticas na Índia e Paquistão. No entanto, alguns doentes já tinham sido contaminados em hospitais ingleses.

Os investigadores alertam ainda para o perigo de este mecanismo passar para outras bactérias, já de si resistentes a antibióticos, criando infecções impossíveis de tratar. E o potencial para se espalhar a todo o mundo é "claro e assustador", escrevem.

Aliás, uma das infecções analisadas pelos investigadores já era resistente a todos os antibióticos. As outras têm sido tratadas usando uma combinação de medicamentos. A gravidade das infecções varia muito, mas alguns casos foram mortais, refere a BBC.

A maneira de controlar a disseminação destas bactérias, indica Cristina Costa, é apostar forte na prevenção das infecções - através de medidas tão simples como a lavagem das mãos e a desinfecção dos equipamentos hospitalares.

Por outro lado, é preciso controlar melhor a utilização de antibióticos. "É uma espécie de jogo do gato e do rato: à medida que utilizamos mais antibióticos, as bactérias desenvolvem resistências. Por isso, é importante poupar os antibióticos que temos, não os utilizando mal, para não se esgotarem." A especialistas salienta ainda que é preciso apostar no desenvolvimento de novos antibióticos - "uma actividade que não é muito rentável para a indústria farmacêutica, mas essencial".

Dada a gravidade da ameaça, as autoridades britânicas emitiram um alerta interno e prometem continuar a monitorizar a situação. Em Portugal, Cristina Costa revela que estão a ser preparadas uma série de medidas apara melhorar o combate às infecções.



sábado, 24 de julho de 2010

toupeiras têm super-fôlego

Toupeira do leste adaptou-se
à falta de oxigénio

Sangue do animal tem grande capacidade para transportar dióxido de carbono

2010-07-21

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Toupeira respira o ar que expira
Toupeira respira o ar que expira

Um estudo da Universidade de Manitoba, no Canadá, revela que o sangue da espécie da toupeira do leste –a Scalopus aquaticus - adaptou-se para transportar mais eficientemente o dióxido de carbono do que o oxigénio.

A
"super hemoglobina", como chamam os investigadores, possibilita que o animal sobreviva a longos períodos em condições sem luz e com pouco oxigénio. Os cientistas afirmam que esta investigação pode levar à criação de tratamentos para problemas como a doença pulmonar obstrutiva crónica, enfisema e bronquite.



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sábado, 17 de julho de 2010

Galinha surgiu antes do ovo!!!

Galinha surgiu antes do ovo

2010-07-14

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Enigma foi desvendado por investigadores ingleses
Enigma foi desvendado por investigadores ingleses

O enigma sobre o que surgiu primeiro, se o ovo ou a galinha, foi esclarecido por investigadores das Universidades de Sheffield e Warwich, no Reino Unido.

De acordo com os
resultados obtidos, a galinha apareceu antes, na medida em que a formação da casca do ovo depende de uma proteína que só é encontrada nos ovários deste tipo de ave. Assim sendo, o ovo só pôde existir depois de ter surgido a primeira galinha.



A proteína em questão - ovocledidin-17 (OC-17) - actua como um catalisador para acelerar o desenvolvimento e cristalização da casca, cuja estrutura rígida é necessária para abrigar a gema e os seus fluidos de protecção, enquanto o pinto se desenvolve.

Nesta investigação foi utilizado um super computador – HECToR - para visualizar de forma ampliada a formação de um ovo. Este indicou que a OC-17 é fundamental no inicio da formação da casca, pois transforma o carbonato de cálcio em cristais de calcita, que compõem a casa do ovo.

Segundo Colin Freeman, do Departamento de Engenharia Material da Universidade de Sheffield,
"há muito tempo que se suspeita de que o ovo surgiu primeiro, mas agora há provas científicas de que a galinha foi sua precursora."

John Harding, outro cientista da mesma universidade, considera que o estudo poderá servir como base para outras investigações.
"Entender como funciona a produção da casca de ovo é interessante, mas também pode ser uma pista para a concepção de novos materiais e processos", referiu.