sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Peixe-gota eleito o animal mais feio do mundo
quinta-feira, 3 de março de 2011
Planeta caminha para nova extinção em massa
Um estudo, publicado ontem na revista científica «Nature», alerta para o facto de podermos estar a caminhar para uma nova extinção em massa. No entanto, ressalva que os seres vivos actuais não enfrentam um fenómeno tão catastrófico como o dos dinossauros.
Chamada de «Sexta Extinção» devido às «Big Five», como são conhecidas as cinco grandes extinções da história do planeta que exterminaram três quartos das espécies do planeta. A investigação, coordenado por Anthony Barnosky, da Universidade da Califórnia em Berkeley, calcula que, nos últimos 500 anos, perderam-se "apenas" entre um e dois por cento dos seres vivos modernos.
Contudo, a análise de fósseis de seres vivos sugere que, no máximo, duas espécies do grupo desapareciam a cada milhão de anos – antes da civilização humana. O estudo deixa, apesar de tudo, bem claro que existe incertezas nas contagens. Por exemplo, as espécies de mamíferos ‘abatidas’, do ano de 1500 até agora, foram 80 – o que é considerado uma aceleração brutal.
Por outro lado, estima-se que, em cada espécie conhecida hoje, há pelo menos duas que ainda não foram descobertas. Entre a minoria já baptizada pelos cientistas, menos de três por cento passaram por uma avaliação formal no “‘status’ de conservação", ou seja, não se sabe se estão ameaçadas ou mesmo extintas.
Os investigadores avançam que é difícil avaliar com precisão a presença de espécies separadas com base em estudos fósseis; é possível que um leão e um tigre, por exemplo, pareçam idênticos em restos fossilizados.
Barnosky e a sua equipa usaram métodos estatísticos e refere que as taxas actuais parecem fora de qualquer escala normal. Mas, uma catástrofe semelhante às «Big Five» não deve acontecer até o fim deste século.
Se todas as espécies hoje ameaçadas de extinção desaparecerem no próximo século e se a tendência continuasse, esse nível seria alcançado em uns 300 anos, diz o estudo. Não será tão rápida quanto foi a extinção dos dinossauros, mas seria bastante célere do ponto de vista histórico.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
os perigos dos suplementos alimentares
Técnicos espanhóis garantem ter controlado doença nos linces-ibéricos em cativeiro
10.08.2010
Helena Geraldes
Os técnicos espanhóis do programa de criação em cativeiro do lince-ibérico (Lynx pardinus), espécie de felino ameaçada de extinção, garantem que está controlada a insuficiência renal crónica que afecta 25 dos 72 animais.
Segundo a agência EFE, citada hoje pelo “El Mundo” online, os primeiros sintomas desta doença, que danifica os rins de forma irreversível, começaram a evidenciar-se no início de 2009. Até hoje, a insuficiência renal crónica atingiu 25 animais, três dos quais – Cromo, Garfio e Ecológico - acabaram por morrer nos últimos meses.
Em Portugal, o Centro Nacional de Reprodução em Cativeiro para o Lince-Ibérico (CNRLI), na Herdade das Santinhas, em Silves, está a acompanhar a situação junto dos seus 16 linces. Em Janeiro foi detectada a doença na fêmea Espiga mas Rodrigo Serra, responsável pelo centro, disse ao PÚBLICO em Junho que o animal já estava tratado. Até então já tinham sido testados onze animais, através da recolha de urina para análise. Os restantes serão testados até ao final do ano.
O grupo de 24 especialistas que estudou o problema dos animais do centro de criação em cativeiro de El Acebuche, no Parque de Doñana, no Sul de Espanha, concluiu que a insuficiência renal crónica estava associada aos efeitos nocivos de suplementos alimentares disponibilizados aos felinos. Não se sabe ao certo se devido à intensidade da dose ou ao efeito patogénico de algum dos seus componentes.
Os técnicos eliminaram este suplemento da alimentação dos linces o que terá permitido a melhoria da maioria dos animais doentes, excepto aqueles em que a doença está mais avançada.
Três fêmeas foram devolvidas à natureza em Guadalmellato
O objectivo final da recuperação das populações de lince-ibérico, ou seja, a libertação de indivíduos criados em cativeiro para reforçar as populações em estado selvagem, está agora mais perto. Em Espanha, três fêmeas de lince-ibérico - Diana, Eclipse e Charqueña, esta última com as suas duas crias - foram libertadas definitivamente no meio natural, depois de terem passado um período num cercado de média dimensão, revelaram a 3 de Agosto os responsáveis pelo programa Life Lince em Espanha.
"De momento, as fêmeas continuam com os seus movimentos exploratórios na zona de soltura, onde os machos Cascabel e Caberú parecem ter assentado", contam os responsáveis, em comunicado publicado no site do programa. A zona parece ter já uma "estrutura social própria das áreas com presença estável [de lince], com latrinas de marcação e interacções entre indivíduos".
Estima-se que existam actualmente apenas cerca de 150 linces-ibéricos; em meados do século XIX seriam cem mil espalhados por toda a Península Ibérica. Hoje a espécie vive em Portugal numa situação de "pré-extinção". O colapso das populações de coelhos, a sua principal presa, a caça indiscriminada e a perda de habitat explicam o cenário.
A 26 de Outubro do ano passado, o quadro em Portugal mudou, com a vinda do primeiro lince para o centro de Silves. Hoje vivem naqueles cercados 16 animais. Da primeira tentativa de reprodução em Silves, já este ano, e dos quatro casais escolhidos – Azahar e Drago, Erica e Enebro, Era e Calabacín e Espiga e Daman – nasceram duas crias, a 4 de Abril. No entanto, os animais acabaram por morrer a 11 e a 18 de Abril. De acordo com os resultados das autópsias realizadas no Centro de Análises e Diagnóstico de Málaga, em Espanha, as crias estavam bem formadas e com as proporções correctas mas nasceram com problemas congénitos incompatíveis com a vida.
Retirado de Público on-line.
terça-feira, 25 de maio de 2010
A Frase ou o Rei vai nú
"Como é que nós, um país desenvolvido, podemos criticar a desflorestação da Amazónia quando nem sequer conseguimos proteger o lince?" | |
| Susana Fonseca, presidente da direcção nacional da Quercus, "Visão", 20-05-2010 | |
sábado, 10 de abril de 2010
mais um triste caso...de estupidez.
Tartaruga radiada pode desaparecer dentro de duas décadas
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| Tartaruga radiada |
O alerta foi emitido por uma equipa de biólogos da Survival Alliance Turtle (TSA) e da Wildlife Conservation Society (WCS), que advertiu num relatório para a necessidade urgente de medidas de conservação a fim de se evitar o fim drástico destas tartarugas.
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segunda-feira, 1 de março de 2010
3 belíssimos animais à beira da extinção
Nomascus nasutus: 110 indivíduos no Vietname
sábado, 27 de fevereiro de 2010
95% dos tigres desapareceram no séc XX!!!
A propósito do Ano Mundia da Biodiversidade, deixamos aqui um artigo do jornal Público sobre um dos géneros mais ameaçado do mundo.
