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sábado, 17 de julho de 2010

Homens obesos
aos 20 anos correm risco
de morte prematura

Estudo apresentado 11º Congresso Internacional da Obesidade, a decorrer em Copenhaga

2010-07-14

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Risco de morte prematura  aumenta 10 por cento por cada ponto que seja ultrapassado no índice de massa corporal
Risco de morte prematura aumenta 10 por cento por cada ponto que seja ultrapassado no índice de massa corporal


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Os homens que são obesos aos 20 anos morrem em média oito anos mais cedo do que os que não têm excesso de peso, revela um estudo dinamarquês apresentado ontem numa conferência internacional sobre o tema.

A investigação, apresentada no 11º Congresso Internacional da Obesidade que decorre em Estocolmo, Suécia, conclui que o risco de morte prematura em obesos aumenta 10 por cento por cada ponto que seja ultrapassado no índice de massa corporal considerado saudável.






sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Por que as mulheres engordam mais que os homens?

Cérebro feminino reage mais activamente perante comida
Estudo norte-americano explica maior obesidade entre as mulheres

20.01.2009 - 09h38 Lusa

O cérebro das mulheres reage mais activamente quando exposto a comida do que o dos homens, razão pela qual existem mais mulheres obesas do que homens, revelou um estudo norte-americano publicado na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences".


O estudo, liderado pelos investigadores Gene-Jack Wang, do Laboratório Nacional de Brookhaven, e por Nora Volkow, directora do Instituto Nacional de Toxicodependência e co-autora da descoberta publicada pela Academia Nacional das Ciências, afirma que as mulheres terão menos capacidade que os homens de suprimir a fome, o que poderá explicar o facto de existir mais obesidade entre o género feminino.Os investigadores realizaram monitorizações ao cérebro de 13 mulheres e dez homens em jejum, quando descobriram um sinal diferente no cérebro das mulheres quando exposto à sua comida preferida. Mesmo usando a técnica de inibição cognitiva, utilizada para suprimir o pensamento em comida e fome, a parte do cérebro que responde à comida da mulher continuou activa, enquanto a do homem diminuiu."A diferença de género é algo surpreendente e as necessidades nutricionais podem ser responsáveis por tal", explicou Nora Volkow. E acrescentou: "o facto do papel tradicional da mulher ser o de fornecer comida às suas crianças pode ser um estímulo no cérebro da mulher para consumir os alimentos quando disponíveis".Eric Stice, perito em distúrbios alimentares, classificou a descoberta de provocativa, afirmando que a diferença poderá estar relacionada com a diferença de estrogénio e hormonas entre homens e mulheres. Em 2006, 35,5 por cento das mulheres norte-americanas eram obesas, contra 33,3 por cento dos homens, segundo dados dos centros de controlo e prevenção de doenças dos Estados Unidos.Dados do estudoTítulo: Evidence of gender differences in the ability to inhibit brain activation elicited by food stimulationPublicação: Proceedings of the National Academy of Sciences, publicado on-line a 21 de Janeiro de 2009Autores: Gene-Jack Wang, Nora D. Volkow, Frank Telang, Millard Jayne, Yeming Ma, Kith Pradhan, Wei Zhu, Christopher T. Wong, Panayotis K. Thanos, Allan Geliebter, Anat Biegon, Joanna S. Fowler.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Há cérebros que não percebem quando é preciso parar de comer?

In Público, 10.01.2008 - 20h10 Andrea Cunha Freitas

As pessoas com excesso de peso podem não saber quando e quanto é suficiente nos seus estômagos. Uma investigação que recorreu a imagens do cérebro revela como as “mensagens” de saciedade podem ser entregues ao organismo com diferentes tempos de intervalo o que levará a que algumas pessoas continuem a comer mesmo depois de “cheias”.

A investigação foi desenvolvida no Department of Energy’s Brookhaven National Laboratory, nos EUA, e envolveu cerca de duas dezenas de pessoas com diferentes índices de massa corporal (IMC). Os resultados, divulgados esta semana, podem explicar porque é que algumas pessoas comem de mais e consequentemente ganham peso. Ao que tudo indica, a resposta estará em determinados circuitos no cérebro que motivam o desejo de comer. Uma preciosa dica para futuros tratamentos no complexo mundo da obesidade. “Estimulando a sensação do estômago cheio recorrendo a um balão expansível verificamos que diferentes zonas do cérebro foram activadas no cérebro de pessoas com peso normal e com excesso de peso”, refere Gene-Jack Wang, o autor principal do estudo num comunicado. O documento nota que os indivíduos com excesso de peso mostravam “menos actividade” nas zonas do cérebro que marcam a saciedade e que acusavam menos esta sensação do que as pessoas com peso considerado normal. Cada participante engoliu um balão que, posteriormente, ficou cheio com água, foi esvaziado e, de novo, reabastecido com água em volumes que variaram entre os 50 e 70 por cento. Um processo que foi cuidadosamente monitorizado com equipamento que ia captando as imagens no cérebro e acompanhado com a colocação de questões aos participantes sobre as sensações que experimentavam nos diferentes cenários. Quanto mais alto o IMC mais reduzida era a possibilidade de ouvir o sujeito acusar a sensação de empanturrado com um balão cheio a 70 por cento. Uma região específica do cérebro, a amígdala posterior esquerda, foi menos activada nas pessoas com elevado IMC e mais nos participantes magros. Uma zona que aparecia estimulada nas imagens precisamente quando as pessoas envolvidas no estudo acusavam a sensação de estômago cheio. “Este estudo mostra a primeira prova de uma ligação entre a amígdala esquerda e os sentimentos de fome quando o estômago está cheio, demonstrando que a activação desta região cerebral anula a vontade de comer”, assinala Gene-Jack Wang adiantando que esta conclusão pode significar um caminho para novas estratégias de tratamento – quer seja, ao nível do comportamento, médicas ou cirúrgicas – que tenham esta região cerebral como alvo.