"Soja, óleo de palma e carne — são estes os três produtos importados pela União Europeia (UE) que mais contribuem para que este espaço continue a ter uma elevada responsabilidade na degradação e desflorestação de ecossistemas vitais, tais como as florestas tropicais, as zonas húmidas ou savanas. Numa altura em que está a ser preparada legislação para combater a desflorestação diretamente ligada ao consumo no espaço europeu, a WWF (World Wild Fund for Nature) apresenta um relatório que mostra que, em 2017, a UE foi responsável por 16% da desflorestação associada ao comércio internacional, sendo ultrapassada apenas pela China (24%). Portugal aparece como o 6.º Estado-membro com maior consumo per capita associado à desflorestação relacionada com o comércio internacional."
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quarta-feira, 14 de abril de 2021
quarta-feira, 23 de março de 2011
quarta-feira, 31 de março de 2010
Sapos podem ajudar a prevenir sismos
Sapos podem ajudar a prever sismos
Margarida Vaqueiro Lopes
31/03/10 17:40
O estudo foi feito por investigadores da 'Open University'.
Estudo sugere que os sapos podem ser os melhores amigos do Homem na previsão de sismos com alguns dias de antecedência.
Quando no dia 6 de Abril de 2009 um sismo de 6.3 na escala de Richter atingiu a Itália, houve uma pequena colónia de animais que garantiu a sua segurança dias antes.
Um grupo de sapos, que estava na altura num lugar de reprodução, abandonou a 'casa' e fugiu para destino desconhecido.
Os animais só regressariam no dia a seguir ao terramoto e em número mais reduzido. Na altura, um grupo de cientistas britânicos estava a monitorizar a colónia e não entendeu o êxodo.
Agora, novas experiências apontam para a possibilidade de estes animais sentirem os sinais pré-sismo, como pequenos abalos não perceptíveis ao Homem e libertação de gases do solo.
"Um dia depois do sismo, todos os animais começaram a voltar", referiu a autora principal do estudo, Rachel Grant ." O número [dos que voltaram] era abaixo do normal e manteve-se assim até à última réplica", concluiu.
Há já inúmeros estudos sobre a possibilidade de o comportamento dos animais ajudar a prever tremores de terra, mas continua a ser difícil provar a causalidade da situação.
Margarida Vaqueiro Lopes
31/03/10 17:40
O estudo foi feito por investigadores da 'Open University'.
Estudo sugere que os sapos podem ser os melhores amigos do Homem na previsão de sismos com alguns dias de antecedência.
Quando no dia 6 de Abril de 2009 um sismo de 6.3 na escala de Richter atingiu a Itália, houve uma pequena colónia de animais que garantiu a sua segurança dias antes.
Um grupo de sapos, que estava na altura num lugar de reprodução, abandonou a 'casa' e fugiu para destino desconhecido.
Os animais só regressariam no dia a seguir ao terramoto e em número mais reduzido. Na altura, um grupo de cientistas britânicos estava a monitorizar a colónia e não entendeu o êxodo.
Agora, novas experiências apontam para a possibilidade de estes animais sentirem os sinais pré-sismo, como pequenos abalos não perceptíveis ao Homem e libertação de gases do solo.
"Um dia depois do sismo, todos os animais começaram a voltar", referiu a autora principal do estudo, Rachel Grant ." O número [dos que voltaram] era abaixo do normal e manteve-se assim até à última réplica", concluiu.
Há já inúmeros estudos sobre a possibilidade de o comportamento dos animais ajudar a prever tremores de terra, mas continua a ser difícil provar a causalidade da situação.
segunda-feira, 1 de março de 2010
3 belíssimos animais à beira da extinção
A seguir mostram-se três espécies de macacos à beira da extinção, referindo-se o número de indivíduos restantes e o sítio onde ainda se encontram, de acordo com o IUCN (http://www.iucn.org/?4753/Worlds-most-endangered-primates-revealed)
Nomascus nasutus: 110 indivíduos no Vietname
Nomascus nasutus: 110 indivíduos no Vietname
Quase metade (48%) das 634 espécies de primatas estão ameçadas de extinção e constam da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN. As principais ameaças são a destruição do habitat por abate ou queimada de floresta tropical, que resulta na liberta de 16% das emissões de gases de efeito de estufa, a caça para alimentação humana e o comércio ilegal de animais selvagens.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
sabia que Espanha e Portugal continental possuem mais de 50% da biodiversidade Europeia?
Mas uma parte desta biodiversidade encontra-se, actualmente, ameaçada pelas alterações climáticas e por modificações nos seus habitats. Será possível antecipar e mitigar estes impactos?
Iberia Change é um projecto, de grande escala, desenvolvido pelos governos de Portugal e Espanha (a parte Portuguesa é financiada pela EDP) e foi concebido para investigar os possíveis impactes das alterações climáticas sobre a biodiversidade Ibérica nos próximos 100 anos. Este projecto constitui a primeira iniciativa de carácter transnacional para implementar iniciativas comuns que ajudem a mitigar os impactos associados às alterações climáticas na biodiversidade.
publicado em http://bioterra.blogspot.com/
Iberia Change é um projecto, de grande escala, desenvolvido pelos governos de Portugal e Espanha (a parte Portuguesa é financiada pela EDP) e foi concebido para investigar os possíveis impactes das alterações climáticas sobre a biodiversidade Ibérica nos próximos 100 anos. Este projecto constitui a primeira iniciativa de carácter transnacional para implementar iniciativas comuns que ajudem a mitigar os impactos associados às alterações climáticas na biodiversidade.
publicado em http://bioterra.blogspot.com/
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Iberia Change,
península ibérica
sábado, 27 de fevereiro de 2010
95% dos tigres desapareceram no séc XX!!!
No século anterior desapareceram 95% dos tigres e três das nove espécies existentes extinguiram-se!
A propósito do Ano Mundia da Biodiversidade, deixamos aqui um artigo do jornal Público sobre um dos géneros mais ameaçado do mundo.
A propósito do Ano Mundia da Biodiversidade, deixamos aqui um artigo do jornal Público sobre um dos géneros mais ameaçado do mundo.
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extinção,
tigres
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Concurso para jovens: diários de biodiversidade
Universidade de Coimbra desafia jovens a criarem “Diários da Biodiversidade”
11.02.2010
Helena Geraldes
O Museu de Ciência da Universidade de Coimbra acaba de lançar o concurso “Diários da Biodiversidade”, de Fevereiro a Dezembro, e desafia os “pequenos cientistas portugueses” a juntarem num diário toda a informação sobre os animais, plantas e fungos que os rodeiam.
É ver a natureza “debaixo da lupa”. Com este concurso, lançado no Ano Internacional da Biodiversidade, o Museu de Ciência da Universidade de Coimbra (UC) pretende “alertar os mais jovens para a importância da conservação da natureza” e promover um contacto directo com a biodiversidade, explica em comunicado.
Podem participar jovens até aos 18 anos, em equipas de dois a cinco elementos. O desafio é “observar a natureza durante um período alargado de tempo, que pode ir de um mês a quase um ano, e elaborar um diário com as características mais importantes dos seres vivos que descobriram”, através de textos, ilustrações, fotos e outros meios.
A supervisão de um adulto é obrigatória, sendo ele professor, encarregado de educação ou membro da família.
"Como o projecto se desenvolve até ao final de 2010, existe a possibilidade de se observarem as alterações da natureza relacionadas com as várias estações do ano", frisa Carlota Simões, da direcção do Museu da Ciência.
Os trabalhos deverão ser enviados para o Museu da Ciência da UC até ao final do ano.
"A biodiversidade está em perigo, o equilíbrio ecológico da Terra está em perigo, logo a humanidade está em perigo", lembra Carlota Simões. "É preciso travar a exploração de recursos naturais e controlar os efeitos da poluição ambiental, mas urge também reduzir de forma significativa a taxa de perda da biodiversidade", sublinha a responsável do Museu.
Além dos “Diários da Biodiversidade”, o Museu da Ciência da UC tem em curso outro projecto no âmbito do Ano Internacional da Biodiversidade: “Os Bichos” é uma iniciativa, apresentada no início do ano, que consiste na “recolha de histórias tradicionais relacionadas com zoologia, mas também na identificação de conhecimentos empíricos de pesca, pastorícia, pecuária, que possam ter sido usados - ou ainda sejam usados - por pescadores, pastores ou produtores de gado nos seus diversos ofícios”.
Regulamento em:
http://www.museudaciencia.org/gfx//bd/100209112807_Diarios_da_Biodiversidade_Regulamento.pdf
Endereço oficial do ano internacional da biodiversidade:
http://www.cbd.int/2010/welcome/
11.02.2010
Helena Geraldes
O Museu de Ciência da Universidade de Coimbra acaba de lançar o concurso “Diários da Biodiversidade”, de Fevereiro a Dezembro, e desafia os “pequenos cientistas portugueses” a juntarem num diário toda a informação sobre os animais, plantas e fungos que os rodeiam.
É ver a natureza “debaixo da lupa”. Com este concurso, lançado no Ano Internacional da Biodiversidade, o Museu de Ciência da Universidade de Coimbra (UC) pretende “alertar os mais jovens para a importância da conservação da natureza” e promover um contacto directo com a biodiversidade, explica em comunicado.
Podem participar jovens até aos 18 anos, em equipas de dois a cinco elementos. O desafio é “observar a natureza durante um período alargado de tempo, que pode ir de um mês a quase um ano, e elaborar um diário com as características mais importantes dos seres vivos que descobriram”, através de textos, ilustrações, fotos e outros meios.
A supervisão de um adulto é obrigatória, sendo ele professor, encarregado de educação ou membro da família.
"Como o projecto se desenvolve até ao final de 2010, existe a possibilidade de se observarem as alterações da natureza relacionadas com as várias estações do ano", frisa Carlota Simões, da direcção do Museu da Ciência.
Os trabalhos deverão ser enviados para o Museu da Ciência da UC até ao final do ano.
"A biodiversidade está em perigo, o equilíbrio ecológico da Terra está em perigo, logo a humanidade está em perigo", lembra Carlota Simões. "É preciso travar a exploração de recursos naturais e controlar os efeitos da poluição ambiental, mas urge também reduzir de forma significativa a taxa de perda da biodiversidade", sublinha a responsável do Museu.
Além dos “Diários da Biodiversidade”, o Museu da Ciência da UC tem em curso outro projecto no âmbito do Ano Internacional da Biodiversidade: “Os Bichos” é uma iniciativa, apresentada no início do ano, que consiste na “recolha de histórias tradicionais relacionadas com zoologia, mas também na identificação de conhecimentos empíricos de pesca, pastorícia, pecuária, que possam ter sido usados - ou ainda sejam usados - por pescadores, pastores ou produtores de gado nos seus diversos ofícios”.
Regulamento em:
http://www.museudaciencia.org/gfx//bd/100209112807_Diarios_da_Biodiversidade_Regulamento.pdf
Endereço oficial do ano internacional da biodiversidade:
http://www.cbd.int/2010/welcome/
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